Textos

Sabe o valor de uma amizade?

11.12.15
Bom eu sei que amizades são verdadeiras, eu sei que um amigo nunca vai te trair aconteça o que acontecer, afinal se ele te trair não é seu amigo de verdade! Eu sei o valor de uma amizade, e por esse motivo eu valorizo tanto as minhas amizades, posso estar errado algumas vezes em valoriza-las tanto, mas sei lá eu sou assim, eu gosto de chamar alguém de amigo e nunca precisar falar que tal pessoa já foi meu amigo um dia... Sei lá isso acaba comigo, me deixa triste, afinal parece que não se pode confiar em ninguém!! E eu sou daquelas pessoas que quando confia confia até o fim, eu sou difícil de ser "rotulado" como legal.. todos me acham um monstro sei lá, me vêem como uma pessoa má, ou metida, como muitas pessoas me falaram, mas que depois que me conheceram mudaram totalmente a forma de me ver, afinal me julgam muito pela minha "embalagem" e esquecem de ver o que eu sou por dentro... Acho isso muito errado, mas cada um sabe o que faz, e por esse motivo eu nunca julgo uma pessoa sem nem conhecer um pouco ela!! Mas enfim cada um sabe o que vai fazer da vida... E comigo não é diferente, eu vivo ela da minha forma, e isso me faz feliz!!
Pessoal

Uma pequena atualização

28.10.15
E adivinhem quem deu uma "arrumada" no blog isso mesmo eu aqui! Tava na hora de uma pequena mudança em algumas coisas então assim esta e para falar eu bem que to gostando do que fiz agora! Precisa mudar um pouco aquele ar infantil que estava o blog! Mas é claro que ainda vou alterar muitas coisas mas como o tempo ta pouco eu decidi liberar logo o blog para vocês poderem ver como ja esta! Então é isso e ate logo mais!
Filmes

Coisas Que Acontecem quando se esta sem dinheiro

1.10.15
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Filmes

Coisas que acontecem...

18.9.15
Boas boas galerinha tudo bem com vocês? bom hoje eu vim aqui para poder divulgar um novo projeto que estou com mais alguns amigos, então é assim é um canal no youtube e se não for pedir muito vou pedir para vocês se inscreverem no canal e seguir nossa fã page no facebook. e podem assistir o vídeo que esta aqui em baixo:
Filmes

Uma tarde no parque!

17.9.15
Eu decidi que deveria compartilhar um pouco de minha vida, e também registrar alguns desses momentos, mas como eu não gosto muito de tirar fotos eu decidi que seria melhor fazer gravações pois então aqui esta uma delas, bom a primeira de muitas, mas é um começo então logo teremos coisas boas por aqui. enquanto isso podem ver um pouco do que já aconteceu aqui:
Conto

Vivendo o que não pode ser vivido #11

28.7.15
Acordei razoavelmente tarde no outro dia, e nem me dei conta de nada nem do dia em si, só sabia que não estava muito bem e que tinha algo de errado acontecendo comigo. Decidi que logo sairia da cama, e iria para a rotina de todo dia. Enrolei mais uma hora ou duas na cama e logo me levantei e fui fazer minha higiene matinal, desci e fui comer alguma coisa e me dei conta de que eu estava sozinho em casa achei entranho isso mas não me importei muito com isso. Comi e fui ver televisão, fiquei ali assistindo e senti falta do meu celular, então fui correndo para o quarto para poder pega-lo. E vi a quantidade de ligações e chamadas perdidas que tinham e fiquei assustado achando que aconteceu alguma coisa. Liguei para Arthur mas ele não atendeu, liguei para minha mãe e ela também não atendeu, achei estranho afinal ela tinha saído sem me avisar e agora não atendia, tentei ligar para Rodrigo mas também não me atendeu, fiquei muito chateado já que ninguém queria me atender eu também não veria mais ninguém naquele dia, desci e fui para a cozinha e peguei o máximo de comida que eu poderia carregar nos braços e levei para o quarto, tranquei a porta e decidi que não iria sair mais dali, já que todos estavam ocupados eu também estaria, liguei o computador e coloquei um filme pra assistir, fiquei ali assistindo o dia inteiro dormi acordei e voltei a assistir nem vi que horas eram e nem se tinha alguém em casa, eu só estava feliz por não ter ninguém pra me perturbar, fiquei trancado no quarto até que ouvi alguém bater na porta e só perguntei quem estava ali e minha mãe respondeu que era ela e perguntou se tava tudo bem, eu disse que estava com uma voz de quem estava bravo. ela pediu para eu destrancar a porta e gritei falando que não queria ver ninguém mas que destrancaria mais tarde. Ouvi quando ela se afastou do quarto então destranquei a porta, e voltei para a cama. Fiquei ali deitado por horas sem querer ver ninguém, comecei a assistir um filme e não vi a hora que eu dormi, quando acordei, já estava de noite, e a bagunça que eu tinha deixado do quarto já havia sumido, deduzi que minha mãe tinha arrumado tudo, mas decidi que não iria sair do quarto ainda. Peguei o computador de novo e comecei a olhar fotos antigas, e logo começou aparecer fotos do meu pai e quando me dei conta eu já estava estava chorando, continuei a ver as fotos e desisti de vê-las afinal aquilo estava me fazendo muito mal, deitei na cama e continuei chorando, por mais que eu gostasse dele e por mais que eu sentisse essa falta imensa dele, saber que passaria aquela data sem ele presente me fazia muito mal, era meu aniversário e eu não tinha mais ele ali comigo, meu pai o cara que mais me ajudava e mais me apoiava em tudo que eu tivesse vontade de fazer, Dormi chorando lembrando dele, e também imaginando como seria se ele estivesse ali.
Acordei assustado com Arthur sentado do meu lado com uma cara assustada e me sacudindo
- Rafa, Rafa, Rafa, acorda por favor acorda. ele me sacudia e eu olhei dentro dos olhos e só ai me dei conta de que estava chorando.
- Oi Arthur, o que ta acontecendo, eu to acordado- eu disse com a voz embargada por estar chorando e por ter acabado de acordar.
- Rafa por favor me diz o que ta acontecendo por que você ta chorando?- ele disse ainda segurando nos meus ombros
- Nada, nada- eu disse me virando ficando de costas para ele
- Rafa...- ele começou a falar e me abraçou- eu estou preocupado com você o que aconteceu? fala comigo por favor. Continuei ali deitado esperando que ele fosse embora, mas ele me surpreendeu e me abraçou e ficou ali deitado comigo me fazendo cafune sem falar nada, apenas ali comigo.
- Arthur se quiser pode ir embora eu realmente prefiro ficar sozinho -Eu disse de maneira rispida
- Pode me xingar e até mesmo gritar comigo, mas eu só vou parar de te perturbar se você for em um lugar comigo.- ele disse de maneira séria e determinada.
- Ok mas eu não quero mais ver ninguém e se tiver mais alguém eu vou embora nem que seja de vassoura. -eu disse meio que rindo do que acabei de falar,
- Tudo bem pode ser, mas vamos logo vai tomar um banho que eu vou ficar te esperando aqui então pode ir se arrumando- ele disse e sentando de novo na cama, pegando o celular.- você tem quinze miunutos- ele finalizou sorrindo.
Fui para o banheiro já com uma roupa para trocar, tomei um banho rápido e me arrumei, quando ia sair do banheiro Arthur estava parado na frente da porta
- Eu já ia bater porque você ganhou 10 minutos, agora vamos ter que correr. - ele disse olhando sério para mim.
- Desculpa mas eu não tinha como ir mais rápido.- eu disse fazendo cara de cachorro que caiu da mudança
- Ai tudo bem agora vamos logo.- ele disse me puxando pelo braço
- Espera eu preciso achar meu celular, não vou sair de casa sem celular. - eu disse me soltando e indo pra cama jogando tudo para o chão
- ele ta ali no som, agora vamos logo por favor. - ele disse de novo me puxando pelo braço- Você parece que esta enrolando de proposito, afinal ignorou o celular o dia inteiro e agora você quer ele pra que?
- Eu só quero ele pra saber as horas e depois para pedir para minha mãe abrir a porta pra mim. falando nisso eu tenho que avisar que estou saindo.
Apenas avisei gritando que eu estava saindo com Arthur e não esperei uma resposta. Entrei no carro e antes dele dar a partida já fui perguntando
- Para onde nós estamos indo? quem vai estar lá? O que vamos fazer? Minha roupa esta boa? Eu quero voltar pra casa não estou muito bem.- Ele apenas riu e olhou pra mim
- Calma você esta bem, esta muito bonito assim, e vai descobrir quando chegarmos agora fica calmo que daqui a pouco você vai descobrir onde vamos. - Ele disse isso e deu a partida no carro e eu fiquei tentando descobrir para onde iriamos.


(Continua...)

Você esta meio perdido sobre esse post? Não se preocupe você pode acompanhar o que aconteceu antes clicando aqui e se divirta!
Devaneios

Estive pensando, e pensando estive presente.

7.6.15
já tive vários momentos, mas o verdadeiro momento é aquele que realmente nos faz bem, estar vivendo coisas incríveis e não aproveita-las não leva a nada que não a se perder no meio do caminho, sei disso afinal estou passando por isso me perdendo de mim, e deixando de ver as coisas como eu via, e isso não esta me fazendo bem, afinal, com isso coisas ruins estão acontecendo. Quero poder ver o mundo com meus olhos de sempre olhos que sempre sonham, olhos que sempre brilham por ter uma verdade unica, uma imaginação por trás de cada sorriso.
Minha verdade é única, e eu sou único na minha verdade, vivo cada momento e também sou cada momento, acho que se todos vivessem a vida dessa forma o mundo seria um lugar melhor, mas infelizmente hoje as pessoas não ligam muito pra isso, as pessoas só se preocupam com o que ainda não viveram e se esquecem de aproveitar o que estão tendo agora, e depois se perguntam como o tempo esta passando rápido e as coisas estão ficando para trás. Sei que devo viver em uma época errada, mas acima de tudo, eu sei da verdade da minha época, gosto de viver as coisas que vivo, e mesmo pensando de maneira diferente a época que vivo, ainda aproveito tudo o que tenho para viver.
Pessoal

Sonho, me deixe sonhar.

6.5.15
Cansado estou de gritar, cansado estou de chorar, cansado estou de sonhar. Sonho com coisas impossíveis sonho com coisas que nunca vai acontecer sonho um momentos indecisos, sonho como se vivesse se sonho, sonho porque sonhar e faz viver, vivo no mundo dos sonhos ou faço o mundo dos sonhos reais? Sonho dormindo sonho acordado sonho até mesmo sem sonhar, mente mente é livre para todos os sonhos, e infelizmente o sonho não é nada além d um mero sonho! 

- Orlando Schlappkolh
Pessoal

Pensamentos que me atormentam.

14.4.15

já não sei mais o que eu vou fazer há tanta coisas acontecendo e tantas coisas que eu não entendo mais, tantos pensamentos afiando na minha cabeça e tantos momento que eu não sei mais diferenciar o que é real ou não, já parei pra pe saraivar as coisas que estão acontecendo e acho que eu estou ficando louco, mas a loucura é tão subjetiva que e não consigo saber se estou em plena consciência ou estou em um estado de sono eterno, na eu sei que tenho momentos reais e momentos irreais também, o qu vai fazer essa diferenciação? O que vai me mostrar o que é real? A dor? Como poderia ser se mesmo em sonhos eu sinto dores que parecem tão reais. Pr vaias vezeseu penso o que vai acontecer comigo e mesmo assim tem momentos que a coisas perdem o nexo, e são momentos reais, tenho a mente sempre em movimento e sempre pensando em coisas que eu quero que se torne real, queria controlar mais os momentos que eu tenho na vida e fazer com que os que eu imagino se temem reais, posso estar ficando louco mas o que é a loucura? Loucura pra mim é algo tão natural então eu sou uma pessoa normal dentro da minha loucura ou minha loucura é normal dentro de mim ? Essa é minha maior dúvida é meu maior dilema, quero viver momentos e os momentos querem me viver sou um espírito livre e ao mesmo tempo tão preso dentro de pensamentos o real pode ser irreal? 

Devaneios

Falando sem parar!

10.3.15
Pessoas existem meramente para desestimular tudo aquilo que temos de melhor e o pior é que muitas dessas pessoas agem como se fossem melhores em tudo, quando na verdade estão apenas agindo e falando d uma forma para te desestimular ou desistir daquilo que você acredita e/ou vem fazendo. As vezes eu sinto pena dessas pessoas, mas na maioria das vezes eu apenas vejo que algumas pessoas só existem para nós desestimular! Eu vejo que algumas dessas pessoas só entram na nossa vida para nos fazer crescer sim! Nos fazer crescer, afinal ai ela falar mal de algo que estamos fazendo vamos fazer um trabalho ainda melhor e isso vai fazer com que nosso progresso venha mais rápido e cada vez mais aprendizado para nossas vidas! Cada um sabe o que faz então cada ato vai refletir em uma coisa na vida e cada! Apenas pense um pouco sobre a vida e sobre seus atos e veja o que está fazendo de errado!
Pessoal

Depois da dor de garganta

7.3.15
Bom eu brinquei colocando o blog em manutenção e falando que estava com dor de gargana, o que foi uma piada interna muito ruim afinal eu realmente estive doente por algum tempo e o problema era a garganta, da qual eu ainda tenho que cuidar mas esqueço de tomar os devidos remédios, mas enfim não é sobre isso que eu venho falar aqui hoje.
Venho falar unicamente que deixei o blog em manutenção pois queria mudar um pouco a cara do blog e me deparei com um tema base lá no madlyluv.com e eu fiquei muito tentado em usar ele afinal é um tema reponsivo, ai eu decidi que queria por que queria então beixei upei ele para o WP e então quando decidi o que fazer me daparei com outro problema, meu pc não aceita o PS nem o AI ai eu me pergunto o que e fiz para merecer tudo isso, então não arrumei nada ainda, mas tudo bem eu sei que logo eu resolvo esse problema e tudo volta ao normal e eu consigo fazer um layout como eu quero.
Acho que também tenho que falar sobre o conto que eu estava escrevendo, sim esta parado a um bom tempo, e sim eu vou voltar a escreve-lo e terminalo o que aconteceu é que com as férias e eu ter ficado doente não ajudou muito para que eu tivesse cabeça para criar qualquer coisa, então meio qu tudo ficou uma grande bola de neve pra mim e eu fiquei completamente perdido sem saber o que fazer primeiro então acabei não fazendo nada. o único lado bom nisso tudo é que eu voltei a ultilizar o meu Twitter e o meu Tumblr, já que eu passo a maior parte do tempo no celular, o que também ajudou eu a não escrever, mas eu comecei a escrever um novo capitulo já, e eu vou tentar publica-lo o mais rápido possivel afinal eu sei que tem algumas pessoas que me amaldiçoaram por eu não ter postado nada até o atual momento.
Então é isso Logo estarei de volta com tudo, e posso dizer que o blog pode sofrer alterações a qualquer momento sem nem entrar em manutenção! enão não se assustem!
Conto

Vivendo o que não pode ser vivido #10

14.1.15
Arthur


Acordei muito animado e ainda lembrando daquele beijo, não consigo acreditar até agora que o Rafael me beijou, ele realmente me beijou, ele tomou a iniciativa quer dizer que ele sente alguma coisa por mim, e isso fez com que minha noite e meu dia já começasse muito bom, a lembrança daquele abraço e daquele beijo me deu um ânimo maior do que eu poderia esperar.
Me levantei da cama e fui fazer minha higiene matinal estava muito animada com com tudo e ainda tinha muito o que preparar, afinal amanhã é aniversário dele e tenho muito o que fazer, muitas coisas a resolver e em tão pouco tempo não acredito que deixei tudo pra ultima hora mas agora não tenho como reclamar tenho que resolver tudo logo, vesti uma roupa peguei o celular a chave do carro e sai de casa. Liguei para rodrigo
- Alo?! Quem me perturba tão cedo?- ele perguntou com voz de sono
- Bom dia Rodrigo levanta logo dessa cama que em dez minutos eu estou ai para te buscar e irmos tomar um café da manhã e sair pra comprar algumas coisas.- eu disse muito animado.
- Nossa parece que alguém acordou muito feliz hoje em.- ele disse com um pouco de mal humor na voz
- Sim muito animado, agora vai logo que já sai de casa
- Ok Ok, eu já estou levantando, mas depois quero saber o motivo desse bom humor todo.
- Na hora certa você vai saber agora vai logo, até
- Ta to indo.
Desligamos e eu fui para a casa dele, cheguei na frente da casa dele e ele já estava lá me esperando.
- Eai cara qual a emergência para me tirar da cama tão cedo?
- Só que amanhã é aniversário do Rafael, e como havíamos combinado de fazer a festa surpresa dele acho que devemos começar a organizar as coisas não?
- Nossa já é amanhã agora que me dei conta
- Pois é eu tava lembrando disso ontem a noite, então como você é o melhor amigo dele achei que gostaria de ajudar nas coisas.
- Ok mas podemos por favor comer alguma coisa e eu preciso de um café para me manter acordado.
- Certo vamos para e comer alguma coisa.
Paramos em uma padaria no caminho para o mercado onde iriamos comprar algumas coisas. E fomos tomar nosso café da manhã
- Então o que faremos? O que vamos comprar?- eu perguntei animado
- Bom vamos comprar primeiro as bebidas, e depois vemos o resto.
- Certo, mas que tipo de bebidas, cerveja? Destiladas? O que?
- Podemos comprar de tudo um pouco, e também temos que combinar tudo com todo mundo. E você já falou com a mãe do Rafa sobre a festa surpresa?
- Então eu vou falar com ela a tarde, acho melhor termos quase tudo arrumado para falar com ela.
- Ok mas você é quem vai falar ok?
- OK agora já que começou e tomou seu café podemos ir?
- Ta bom, vamos logo.
Saímos de lá e fomos direto para o mercado, compramos todas as bebidas quentes. Whisky, Vodka e eu aproveitei e comprei duas garrafas de Tequila.
- Nossa Tequila também?- Rodrigo perguntou surpreso.
- Sim Tequila também, afinal essa aniversário vai ser surpresa então temos que deixar todos bem animados.
- Você ta querendo embebedar alguém para poder pegar é isso?
- Larga de ser idiota cara, claro que não é só que Tequila é muito bom, e eu sei que o Rafael também gosta de Tequila.
- Ta bom então, e pelo visto você e o Rafa tão se dando muito bem né?
- Realmente ele é um cara muito bacana.
Rodrigo só olhou para mim mas não falou nada, e eu deixei esse assunto de lado. Pagamos tudo e fomos deixar tudo na minha casa, Avisei meus pais que iria fazer a festa surpresa pro Rafa lá e eles concordaram com tudo e até começaram a arrumar as coisas na casa para receber todos.
- Nossa seus pais parecem que gostam de uma festa em, agora entendi o motivo da sua animação deve ser de família.
- hahaha, muito engraçado, mas realmente deve ser de família.
- Então já que todos estão ajudando eu posso ir para casa? Assim eu posso ir falando com todos e já organizando tudo pro rafa não descobrir.
- Ta eu te levo em casa até porque tenho que fazer mais uma coisa na rua e depois eu vou ir falar com a mãe do rafa.
- Bora logo então.
Fui deixar Rodrigo em casa e depois fui direto para o shopping tinha que comprar o presente do rafa. Entrei em várias lojas a procura de algo que ele fosse gostar até que encontrei algumas miniaturas de super-heróis, comprei a do Lanterna Verde, Batman e do Super-Man. Sai da loja satisfeito com o que tinha escolhido quando passei na frente de uma loja e tive uma ideia comprei o que queria e sai dali mais feliz do que entrei. Vi que horas eram e decidi ir para casa, afinal já estava chegando perto da hora do almoço e logo iria falar com a mãe do Rafa sobre a festa e ver com o Rodrigo quantas pessoas iriam para a festa surpresa. Afinal ainda teria que comprar o bolo.
Almocei e fiquei pensando em como iria falar com a mãe do Rafa sem ele perceber. Acabei dormindo, e acordei já era final de tarde, e não tinha falado com ela ainda. Levantei e fui tomar um banho rápido. Sai e fui direto para a casa do Rafa, liguei algumas vezes mas ele não atendeu. Liguei então para o Rodrigo
- Hey Rodrigo, sabe do Rafa?
- Não, por que?
- Estou ligando pra ele ma ele não atende, e estou indo lá agora falar com a mãe dele.
- Eu vou tentar ligar aqui pra ele, se ele não atender eu ligo pra mãe dele e vejo se ela esta em casa e te aviso.
- Ok eu já sai de casa então liga rápido ai.
- Já to ligando, até.
Desligamos e eu peguei o caminho mais longe para a casa do Rafa, afinal não sabia se teria alguém em casa, Meu celular tocou e era Rodrigo
- Fala ai rodrigo
- Consegui falar com a mãe dele, ela esta em casa, mas o Rafa saiu e não levou o celular.
- Ta bom, já estou chegando na casa dele, mas você avisou que eu estava indo?
- Avisei ela já esta te esperando.
- Obrigado viu, e depois te ligo pra saber quantas pessoas vão, para poder comprar o bolo.
- Ta bom, e boa sorte ai, e reza pra ele não chegar e ouvir tudo.
- Pode deixar, até.
Quando desliguei já estava na frente da casa do Rafa, respirei fundo, desci do carro e apertei a campainha, logo a mãe do Rafa apareceu com um sorriso encantador, e eu sorri para ela também.
- Boa noite Arthur, entra por favor.
- Boa noite Dona Marina.- E fui entrando na casa, me sentei no sofá e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ela me disse.
- Aconteceu alguma coisa com o Rafael?- ela perguntou um pouco preocupada
- Não nada por que?
- É que ele saiu daqui um pouco estranhando e parecia um pouco perturbado pensei que tinha acontecido algo por isso você tinha vindo.- ela disse como um desabafo e menos preocupada
- Não não, eu vim falar sobre o Rafa na verdade, quero dizer amanhã é o aniversário dele não é?
- É sim, por que?
- Então é que eu e o Rodrigo estamos organizando uma festa surpresa pra ele lá em casa, e queria saber da sua opinião sobre isso, e também convidar você e a família para ir.
- Eu acho uma ótima ideia, acho que isso vai anima-lo muito, como eu te disse da última vez, depois da morte do pai dele ele não gosta muito de comemorar o aniversário, mas acho que isso iria fazer muito bem a ele.
- Então nos já compramos quase tudo e amanhã terminaremos de organizar tudo. E eu queria sua ajuda para ele não descobrir, mas eu não sei como fazer isso.
- Podem deixar comigo que eu consigo prender ele aqui, e não deixem ninguém ligar pra ele no máximo mandem mensagem no celular.
- Ok vou avisar ao pessoal para não estragarem tudo. Ah eu também queria saber qual o tipo de bolo que ele gosta. para encomendar pra amanhã a noite.
- Ele gosta muito de bolo de chocolate com morango, mas se quiser eu posso fazer.
- Seria bom, mas com vamos fazer pra ele não ver o bolo? Queria que tudo fosse surpresa. A senhora poderia fazer o bolo lá em casa?
- Posso sim só vou precisar dos ingredientes, e serão para quantas pessoas?
- Vou ligar para o rodrigo e ver isso agora mesmo.
Liguei mas ele não atendeu, liguei de novo e quando a ligação ia cair ele atendeu.
- Oi Arthur tudo certo?
- Tudo certo rodrigo e já sabe quantas pessoas vão?
- Bom até agora 20 pessoas, mais você seus pais, seu irmão e a mãe do rafa.
- 26 pessoas contanto com o rafa então?
- Isso mesmo.
- Ok obrigado, amanhã te ligo pra gente terminar de organizar tudo, e por favor avisa a todos para não dar mancada sobre a festa.
- Pode deixar. Até amanhã.
- Até
Desliguei o telefone e sorri para mim mesmo afinal tudo estava dando certo até o momento.
- Bom pelo visto até agora 26 pessoas.- ela disse feliz.
- isso mesmo, mas o Rafa tem irmãos? Tios? Alguém que ele queira que tivesse na festa?
- Tem sim acho que poderíamos colocar 30 pessoas então, vou fazer a lista do que vou precisar para fazer para 30 pessoas e amanhã eu vou lá, você só vai precisar me passar o endereço.
- OK eu vou hoje mesmo comprar tudo, e amanhã é só arrumarmos tudo.
Peguei a lista dos ingredientes e passei o meu endereço para ela. Ficamos ali mais um tempo conversando até que vi que já estava ficando muito tarde.
- Nossa, Dona Marina eu preciso ir se não não compro nada hoje, olha a hora já são 21:40 e eu nem vi a hora passar.
- Realmente, já esta tarde e nada do Rafael voltar, bom eu vou ficar esperando ele chegar e amanhã vou lá então para fazer o bolo.
- Tudo bem eu vou ficar esperando a Senhora lá, e se puder me avisa quando o Rafa chegar?
- Aviso sim pode deixar.
Me despedi dela com um abraço e fui a procura de tudo para fazer o bolo no dia seguinte.

(Continua...)

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Conto

Vivendo o que não pode ser vivido #9

13.1.15
Fiquei pensando naquele beijo e na promessa de quenos veríamos em breve, que até tinha esquecido de algumas coisas, que é claro iriam vir a tona a qualquer momento, mas eu não esperava que fosse assim logo ao eu acordar.
Eu estava sentado na cama já com lágrimas escorrendo pelo rosto, só de lembrar da falta que ele me fazia e que em um dos dias que era muito especial para mim ele não estaria ali para comemora-lo comigo. Sim era a falta de meu pai que estava me afetando e que estava me fazendo ficar tão triste. Me obriguei a levantar da cama fechar a janela cortinas e trancar a porta, não queria falar e nem ver ninguém, desliguei também o celular, aquele era o meu momento de ficar sozinho e não importava quem estivesse atrás de mim, nada iria mudar, eu não iria sair daquele estado com facilidade, embora eu saiba que isso não me faz bem, mas mesmo assim eu não conseguia lutar, eu não era forte o suficiente para isso.
Fiquei sei sentado na cama sem me preocupar com a hora ou qualquer outra coisa, não fui incomodado por ninguém, decidi que iria sair pelo menos para beber um pouco de água, e também deixaria que entrasse um pouco de sol no quarto, para ver se as coisas mudavam um pouco, mas para a minha surpresa já estava quase anoitecendo, e eu não tinha percebido o tempo passar, fiquei parado olhando pela janela o por do sol, e lembrei de momentos bons e de coisas boas que por mais que me fizessem mal também me faziam muito bem, fiquei ali em total nostalgia com meus pensamentos, vi a noite chegar e decidi que se tinha algo que meu pai não gostaria de ver era eu triste, então decidi que iria sair. Sai de frente da janela fui para o banho fazer minhas higienes e tomei um banho quente e demorado, me vesti com uma calça de moletom e uma camiseta qualquer calcei meu tênis e decidi que esta mas que ótimo. finalmente destranquei a porta do meu quarto, e fui direto para a cozinha, bebi quase dois litros de água e respirei fundo. fui procurar minha chave e lembrei que estavam na minha mochila, mas nem isso iria me impedir de sair de casa, fui para sala onde minha mãe assistia alguma coisa na tv.
- Mãe eu to saindo e se alguém perguntar por mim bom diga apenas que eu sai, não estou com minha chave e também não estou levando o celular. chego ainda hoje, não precisa se preocupar.- eu disse tudo sem ela nem ao menos precisar perguntar e sai de casa, eu realmente precisava sair de casa, andar precisava fazer qualquer coisa que ocupasse a minha mente naquele momento. Peguei meu mp3 coloquei meu fone de ouvido e isso foi como se eu tivesse me desligado do mundo sai andando sem rumo e sem pensar em nada, apenas andando sem um destino certo, apenas andando sem pensar em nada nem ninguém. Fui me dando conta de onde estava chegando quando parei para me sentar, e vi que estava em uma praça que costumava ir quando estava com raiva ou triste, não tinha calculado que iria para lá apenas fui, deve ser uma daquelas coisas fazemos no automático e realmente foi, fiquei sentado por algum tempo ali. Me levantei e sai correndo, algumas lágrimas escorriam de meus olhos mas eu não me importei com isso sai correndo mesmo estando com a visão um pouco turva, não queria mais ficar ali, não queria sentir o que eu estava sentindo. Não estava me importando com mais nada naquele momento nem com cansaço ou outra coisa do tipo, eu só queria me sentir livre, ou me libertar de tudo aquilo que eu estava sentindo.
Corri sem olhar para os lados ou para qualquer pessoa que estivesse passando ao meu lado eu queria que tudo aquilo saísse de mim assim como o suor saia da minha pele. Quando finalmente parei estava com boa parta da camiseta que usava molhada, e também estava muito ofegante e exausto, não sabia se conseguiria voltar para casa andando, mas como sai sem nada teria que ser dessa forma e assim o fiz dessa vez mais consciente do caminho que eu estava fazendo, quando cheguei em frente de casa vi que minha mãe ainda estava acordado o que significava que eu não tinha demorado muito, pelo menos eu pensava isso. Abri o portão e entrei, fui abrir a porta mas estava trancada. Bati na porta e logo minha mãe apareceu e a abriu para mim me olhou um pouco assustada com a aparência em que eu estava mas não falou nada apenas deu abertura para que eu entrasse dentro de casa, entrei e fui direto a cozinha e passando em frente a um espelho que tinha na sala queria ver como eu estava, e quando me olhei tomei um grande susto, eu estava completamente molhado, com os olhos vermelhos e inchados o que indicava claramente que eu estava chorando. Fui para a cozinha bebi bastante água e então fui direto para o meu quarto afinal era claro que eu estava precisando de um banho, tomei um dos banhos mais demorados da minha vida, sai do banheiro vesti uma calça de moletom e uma camiseta branca, peguei meu celular apenas para ver que horas eram e me assustei ao saber que eram 22:00 e me assustei mais ainda ao ver que tinha dez chamadas perdidas três recados na caixa de mensagem e vinte mensagens, fiquei olhando para a tela do celular e pensando se veria quem me ligou ou de quem era as mensagens, fiquei ali parado um tempo e decidi que sim eu veria quem queria falar comigo. AS ligações eram quase todas de Rodrigo mas tinha algumas do Arthur também, as mensagens já eram quinze delas de Arthur e o restante de Rodrigo, os recados eu não iria escutar afinal não queria falar com ninguém. E também não iria ler as mensagens se não eu iria acabar respondendo a todos.
Decidi então que iria dormir, mesmo sem sono eu tentaria dormir, conectei meu mp3 a caixinha de som dele e coloquei para tocar numa altura que não incomodasse ninguém, apaguei a luz do quarto e deitei na casa e fiquei ali olhando para o teto tentando não pensar em nada, não sei que horas dormi, apenas dormi, sem me dar conta.


(Continua...)

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Conto

Vivendo o que não pode ser vivido #8

7.1.15
Peguei o celular e olhei para o visor, vi que era uma mensagem do Arthur e isso me deixou com um sorriso no rosto, e nem percebi que minha mãe estava ali na sala me olhando.
- Pelo visto chegou uma boa noticia para esse sorriso todo ai- ela disse brincando comigo, e eu logo fiquei vermelho com isso- não precisa ficar com vergonha também não se pode nem brincar que você fica vermelho é?- ela terminou de dizer e começou a rir
- Ah mãe, é que eu me assustei só isso, e não sei se é uma boa noticia ou não porque ainda não abri a mensagem, vou fazer isso depois, agora preciso de um banho.- eu disse indo para o meu quarto, mas parei no meio do caminho me virei para minha mãe e perguntei- Quando o almoço fica pronto?
- Daqui a pouco eu começo a pensar o que vou fazer, se tiver com fome deve ter algo para comer lá na geladeira.- Ela disse rindo ainda
- OK, obrigado, vou tomar meu banho e desço para comer alguma coisa.- eu falei e subi as escadas que davam para o meu quarto.
Tomei meu banho que foi demorado por sinal, vesti uma roupa qualquer de ficar em casa, coloquei e celular para carregar e desci para enfim comer algo.
Abri a geladeira e comecei a montar um sanduíche para mim, que acabou sendo muito saudável, com muito verde e quase nada de queijo ou presunto. Comecei a comer e logo minha mãe pareceu na cozinha para conversar um pouco.
- Então sairão ontem a noite?
- Sim vamos para o Pedaço do Céu- eu respondi de boca cheia
- Que bom você gosta de lá nunca entendi o motivo de ter parado de ir pra lá, e por favor não preciso ver a comida sendo mastigada por você- ela disse a última parte fazendo uma careta.
- Tudo bem eu vou tentar não falar de boca cheia, e realmente eu parei de ir pra lá mas nem eu sei o motivo de nunca mais ter ido lá, mas deve ser por que eu quase não tenho saído.- eu falei divagando em lembranças
- Deve ser assim vai acabar mais velho do que eu, onde já se viu até eu saio mais de casa que você menino- ela disse para me provocar
- Claro eu sou um rapaz direito não fico por ai na rua, você deveria ficar muto feliz por isso!- eu disse fazendo uma careta
- Oh claro que sim, eu agradeço mesmo, mas sair também faz bem sabia?
Eu apanas assenti com a cabeça, e a conversa acabou por ali, terminei de comer, e subi para o meu quarto, deitei na cama pensei em pegar o celular mas acabei ligando o computador e fui assistir alguns filmes, e acabei dormindo. acordei com o celular tocando, era Rodrigo quem ligava
- Alo?- eu disse com a voz rouca e baixa
- OI RAFA ONDE VOCÊ TA?- ele disse gritando do outro lado da linha
- ham? Eu to em casa onde mais eu estaria?- eu perguntei confuso
- Ah e por que motivos você só me atende na decima ligação?
- Vejamos, pelo simples fato de eu estar dormindo?
- Ta ok, dessa vez passa mas agora que já acordou, da pra pegar o celular e ver as mensagens que te mandei e me responder? Eu vou ter que desligar então leia e me responta logo.
Não tive tempo nem de responder ele já tinha desligado, sentei na cama e fui ver as mensagens e vi também que tinha 2 ligações perdidas de Arthur.
- Bom eu vou ver as mensagens e já ligo pra ele e vejo o que foi.- eu disse em voz alto como se estivesse afirmando aquilo para alguém que não eu mesmo.
Abri as mensagens de rodrigo que só perguntou onde eu dormi e porque tinha ligado pra ele tão cedo. Também tinha uma mensagem de Arthur que lembrei que era de manhã e que até aquele momento eu não tinha aberto a mensagem.
"Bom dia Rafa, eu não consegui falar isso antes de você entrar, até porque parecia que você estava correndo de mim, mas então eu vou dizer aqui, eu quero te ver hoje e vou na sua casa mais cedo do que tinha falado então por favor esteja me esperando. Vou ai as 16:00"
Li a mensagem e ruborizei com ela, e olhei a hora no celular e vi que faltavam dez minutos para as quatro da tarde, então pulei e fui direto para o meu banheiro tomei um banho rápido, escovei meu dente, e escolhi uma roupa qualquer e me vesti, e gritei para minha mãe que se Arthur chegasse ela podia falar pra ele vir direto pro meu quarto, que eu estava assistindo seriado.
Coloquei um seriado que eu já tinha assistido só para passar o tempo, porque se eu ficasse parado muito tempo iria ficar mais nervoso do que já estava, e acabei me distraindo nem vi quando Arthur chegou e entrou no meu quarto, só me dei conta quando o episódio acabou e fui colocar o próximo.
- AAAAAH, meu Deus Arthur oque você ta fazendo aqui? e quando foi que você entrou que eu não vi? A quanto tempo você ta parado ai?- eu terminei meu questionário ofegante pelo susto
- Eu estou aqui a dez minutos e vi que você realmente se concentra quando esta assistindo alguma coisa, e eu cheguei tem mais ou menos meia hora, mas fiquei lá em baixo falando com a sua mãe. e como você não descia nunca ela falou para eu subir.- ele respondeu, e depois ficou rindo da minha reação
- Isso por que eu falei pra ela falar pra você subir assim que chegasse.- eu falei forçando para a respiração voltar ao normal.
- Mas então onde esta minha mochila?- perguntei e ele fez uma cara de quem tinha esquecido de algo.
- Acho que esqueci ou no carro ou lá em casa.- ele disse coçando a nuca, eu olhei pra ele e não consegui segurar o meio sorriso que se formou nos meus lábios
- Tudo bem acho que da tempo de eu ir lá buscar.- eu disse rindo- agora senta aqui que eu quero assistir esse Episódio que é um dos que eu mais gosto.- eu disse batendo no lugar ao meu lado da cama, ele então se sentou do meu lado e ficamos ali assistindo até que minha barriga fez barulho e eu fiquei com vergonha por ter sido um barulho muito alto.
- Acho que tem alguns monstro no seu quarto que esta com fome viu.- ele disse rindo
- E tem mesmo e esse monstro esta dentro de mim.- eu disse focando o nada- Deve ser porque eu só comi de manhã quando cheguei em casa.- eu disse ruborizado
- Então vai se arrumar que nós vamos sair para comer alguma coisa- ele disse já se levantando da cama
- Nem pensar, eu vou é descer até a cozinha e fazer algo para nós três comermos e depois vou voltar aqui pro quarto e terminar de assistir esse seriado- Eu disse olhando sério para ele
- Ok não vou insistir para sairmos até por que sua comida é muito boa- ele disse sorrindo
- Certo então, vamos lá pra cozinha
- O que eu não acredito você vai me deixar ficar na cozinha enquanto você prepara algo para nós?- ele me perguntou incrédulo com aquilo
- Claro que sim desde que você não me atrapalhe, agora vamos logo antes que eu mude de ideia.- eu disse puxando ele pelo braço
Chegamos na cozinha e eu fui vendo o que iria fazer e decidi que iria fazer uma macarronada vegetariana, preparei todos os ingredientes e comecei o preparo do jantar. Demorou um pouco mas ficou pronto, coloquei a mesa e nós três sentamos para comer
- Nossa o cheiro esta muito bom parece até que alguém esta inspirado hoje pra cozinhar- minha mãe disse me provocando apenas olhei de canto de olho mas não falei nada
- Cheirando ta mas quero ver é se esta gostoso mesmo- Arthur disse rindo também e entrando na onda da minha mãe
-Ta certo agora vocês vão se juntar contra mim? E tem outra ambos sabem que eu cozinho muito bem então podem parar com isso.- eu disse fazendo bico.
Servi Arthur minha mãe e finalmente me servi e começamos a comer, todos em silencio, e aquilo estava me matando.
- Então não vão falar nada? Esta bom, ruim, sem sal, muito sal? Falem alguma coisa isso ta me matando.- eu perguntei aflito
- Esta muito bom, mas poderia ter um frango ou uma carne- minha mãe disse para implicar
- Se tivesse algo assim não seria vegetariana né mãe.- eu disse rindo e ela riu junto comigo
- Bom eu posso dizer que esta muito bom, e olha que eu não gosto tanto assim de verduras e coisas do tipo, mas isso aqui esta uma delicia.- Arthur disse colocando mais um pouco de comida na boca e fazendo uma cara de quem estava provando a melhor coisa do mundo, me fazendo rir com isso.
O jantar terminou silencioso e eu peguei tudo para lavar, e minha mãe tomou de minha mãos tudo e disse para eu aproveitar a noite. Olhei para ela e sorri. e voltei para a sala onde Arthur estava
- Então senhor eu não gosto muito de verduras e coisas do tipo, vamos terminar de assistir o seriado?
- Eu tinha uma ideia melhor mas como eu sei que você não vai querer sair de casa.
- E qual era a sua ideia?
- Ia falar pra irmos ao cinema pegar uma sessão.
- Ah eu até queria mas hoje eu realmente quero ficar em casa e nada nem ninguém vai me fazer sair daqui.- eu disse cruzando os braços
- Ok vamos lá assistir o seriado e ficar em casa.
- Ah eu acho que vou pegar um pouco de suco pra gente.
- Pode deixar eu pego, vai lá arrumando tudo pra gente pode assistir- ele disse indo em direção a cozinha.
Não demorou muito ele chegou e começamos a assistir o seriado e logo eu estava quase dormindo de novo deitado do ombro dele.
- Se você vai dormir eu acho que vou embora.- ele disse fazendo menção de quem iria levantar, e eu num reflexo abracei ele
- Não eu não to dormindo- falei muito rápido e ficando vermelho- fica mais um pouco.
- Mas você ta com sono e amanhã é segunda acho que você tem que trabalhar não?- ele perguntou meio confuso.
- Não eu não tenho que ir trabalhar porque eu não trabalho.- eu ri da cara que ele fez pra mim- o que não adianta fazer essa cara eu realmente não trabalho e não tenho vergonha nenhuma disso.
- Mas deveria sabia? Que coisa deixar sua mãe te sustentar- ele disse mostrando que não gostou de eu não fazer nada.
- Ta eu logo logo começo a trabalhar melhor?
- Um pouco mas então acho melhor eu ir.
- Não vai não senhor sequestrador de mochilas, me lembrei agora que você esta com ela.- eu disse cruzando os braços.
- OK vamos lá ver se esta no carro e qualquer coisa eu já te entrego ela se não na próxima vez que eu vir aqui ou você for me ver eu te entrego.- ele disse sério
- Então vamos lá.- falei me levantando.
Saímos em direção ao carro, e ele destravou e começou a procurar, mas nem sinal da mochila.
- É parece que ela ficou lá em casa mesmo- ele disse com um sorriso no rosto
- Então quer dizer que minha mochila realmente foi sequestrada?- eu perguntei rindo- E porque você esta rindo ai? não me venha falar que é da minha piada até porque ela não teve graça nenhuma.
- Não é isso é só que agora eu tenho mais um motivo para poder te ver logo.- dessa vez foi ele quem ruborizou, o que o deixou ainda mais bonito do que já era, se é que isso é possível
- Não precisa de motivos pra me ver é só vir me ver ou falar que quer me ver que a gente se vê ué, simples assim.- eu disse rindo, e ele ficou ainda mais vermelho
- Tudo bem então, bom acho que já vou indo.- ele disse isso e voltou para o carro.
- Ei espera um pouco ai- eu disse puxando ele pelo braço, e o abracei e não resisti e o toquei nossos lábios e fui retribuído, e ele iniciou o beijo e logo estamos ali presos em um beijo calmo. paramos de nos beijar quando o ar se fez necessário, olhei pra ele e por mais que quisesse pedir para ele ficar eu ainda queria ficar sozinho Apenas olhei ele nos olhos.
- Até logo então?!- eu disse olhando fixo nos olhos dele
- Até logo então!- ele me respondeu com um sorriso nos lábios.
Selou meus lábios e entrou no carro e foi embora e eu fiquei ali parado com um sorriso bobo estampado no rosto.

(Continua...)

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Contos

Vivendo o que não pode ser vivido #7

7.1.15
Acordei me sentindo muito feliz, mas assim que abri os olhos me veio um total sentimento de medo, medo da reação que viria a seguir, sim eu estava mais uma vez com medo de todo que estava acontecendo a maldita insegurança que eu sempre tive e que sempre esta perto de mim. Me virei na cama e vi que estava sozinho ali, e claro que minha cabeça começou a trabalhar e pensar milhões de coisas, logo eu já estava com o celular na mão e ligando para Rodrigo
- Oi Rodrigo, desculpa estar te ligando assim tão cedo, sei que ainda esta dormindo, mas é que eu queria saber se você poderia levar minha mochila com minhas coisas lá em casa mais tarde.
- Oi Rafa, realmente eu estava dormindo, e claro eu levo sim, mas aconteceu alguma coisa? Por que você não vai vir aqui? Pode ir me falando já que me acordou tem que ter um bom motivo.
- Não é nada, é só que eu realmente preciso ir pra casa, e como minha chave ficou na mochila eu acho que vou precisar dela mais tarde caso eu for fazer alguma coisa na rua.
- A sim tudo bem então, eu levo sim sem problemas. Assim depois você vai poder me contar direito essa história.
- Ok obrigado, e pode voltar a dormir agora.
Ele apenas resmungou algo que não entendi e desligou o celular, e eu levantei a procura de minhas roupas ao encontra-las me vesti e conferi se estava tudo comigo, e então fui abrir a porta e para minha sorte não tinha ninguém no corredor o que já era uma grande vitória. Sai sem ser visto por ninguém e depois me senti mal por não ter avisado ao Arthur que estava indo embora, Mas decidi que iria avisa-lo quando chegasse em casa.
Eu estava a poucas quadras da casa de Arthur quando meu celular começou a tocar, atendi sem nem ao menos ver quem era, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ouvi
- Rafael onde você ta? como você some assim do nada de dentro da minha casa? já revirei a casa inteira atrás de você e não te achei onde você ta?
- Bom dia pra você também Arthur, eu to bem obrigado por perguntar...
- Não me venha com sarcasmo e que bom que você esta bem, mas agora é sério onde você ta?
- Eu estou agora exatamente agora a 4 quadras da sua casa, indo em direção a minha casa.
- E por que motivo você sai assim sem nem falar comigo? E não me avisa? Aconteceu alguma coisa?
- Não esta tudo bem eu só não queria incomodar mais, e eu iria avisar assim que eu chegasse em casa.
- E espera ai, pelo o que eu entendi você vai andando até a sua casa? Não vai mesmo eu vou ai te buscar vou pegar o carro do meu pai e to indo te levar em casa.
- Não faça isso ou eu vou ser obrigado a sumir de novo, e você deve ter visto que eu sou muito bom nisso.
- Não adianta eu vou mesmo assim pode ficar parado ai onde esta que eu já estou saindo daqui.
Eu fui responder que não queria de novo, mas ele já tinha desligado o telefone e eu continuei a andar, não iria ficar parado ali no meio do nada sozinho. Me assustei com a rapidez que ele apareceu com o carro do meu lado. ele parou e desceu do carro, e veio em minha direção me abraçando.
- Desculpa se te deixei sozinho no quarto, é que eu estava resolvendo algumas coisas lá em casa.
- Tudo bem esta desculpado, mesmo que eu nem tenha ido embora por esse motivo, foi apenas que eu realmente queria ir pra casa.- eu disse olhando para todos os lados menos para ele
- Se eu fingir que acredito nisso você vai entrar no carro e deixar que eu te leve em casa?
- Ta tudo bem quer me levar me leva não vou ficar brigando por isso até porque eu sei que vou perder essa.
- Que bom que sabe disso.- ele disse com um sorriso de vitória estampado em seu rosto.
O trajeto foi absurdamente longe e silencioso, fiquei queto apenas pensando em tudo o que estava acontecendo desde o dia em que Rodrigo chegou e o que mais me deixou curioso era saber que sim eu tinha ficado com o Arthur e que isso ao mesmo tempo que me deixava feliz, me deixava muito triste. Afinal aquilo não iria pra frente, Arthur comigo? não iria dar certo nunca, mas mesmo assim o tempo que ficávamos perto era muito bom, e me fazia muito bem.
Chegamos na frente da minha casa e eu me virei para me despedir dele.
- Rafael, não sei o que você tanto veio pensando, mas eu sei que você veio pensando desde que entrou no carro, então pode me dizer se fiz algo que eu não deveria ter feito?- ele perguntou um pouco sério e com um olhar triste.
- Não precisa se preocupar você não fez nada de errado, é só que...- eu parei de falar e abaixei a cabeça já com os olhos cheios de lagrimas querendo cair, respirei fundo e continuei- é só que eu tenho muita coisa na cabeça não precisa se preocupar.
- Se você vai insistir nisso tudo bem, mas de qualquer forma eu venho aqui mais tarde trazer a sua mochila.
- Não precisa eu falei com o Rodrigo ele falou que vem trazer pra mim mais tarde.
- Eu vou ir buscar meu carro agora e já pego a sua mochila e venho te trazer ela lá pelas 19:00.
Eu apenas assenti e ele sorriu.
- Bom então eu vou indo, até mais tarde.- eu disse e sai de dentro do carro. Arthur saiu também e veio em minha direção.
- Nem um abraço ou um beijo? não mereço nada disso?- ele perguntou com uma cara de cachorro que caiu da mudança.
Fui até onde ele estava e o abracei e agradeci de novo pela noite e por ter me levado até em casa, antes de sair do abraço eu olhei nos olhos dele e o beijei os lábios, sorri e me afastei dele. Entrei em casa e logo chegou uma mensagem no meu celular.

(Continua...)

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Conto

Vivendo o que não pode ser vivido #6

6.1.15
Estávamos todos um pouco Alegres de mais, e quando vi que horas eram decidi que já era hora de ir embora, olhei para Arthur que estava apenas olhando a todos conversarem e falei em seu ouvido
- Arthur, já quero ir embora, e acho que já estou alegre o suficiente pra essa noite. Ele apenas olhou para mim e assentiu.
Ele foi andando até o Rodrigo e disse alguma coisa que eu não consegui ouvir, rodrigo apenas assentiu e ele voltou até onde eu estava e disse
- Vamos? O rodrigo vai ficar mais um pouco, então só pegaremos sua mochila e meu carro amanhã- eu assenti e me levantei, despedi de todos que estavam ali e fomos atrás de algum táxi.
- Arthur, vamos pra onde? eu estou sem minha chave de casa- eu disse um pouco envergonhado.
- Vamos lá pra minha casa então- ele disse sorrindo.
- Ah não, eu vou ficar com vergonha melhor ficarmos mais um pouco- ele olhou para mim sorriu, tocou em meu rosto e me beijou, um beijo calmo e cheio de carinho. Sorri após o beijo ter terminado e vi que ele sorria também.
- Não vamos fazer nada, não precisa ficar preocupado vamos apenas dormir, no máximo que vou fazer vai ser te abraçar.- Ele disse ainda sorrindo para mim, eu ruborizei e assenti.
Pegamos um táxi e fomos para a casa dele, chegamos e fomos direto para a cozinha, me sentei em uma cadeira e fiquei olhando Arthur que estava olhando o que tinha na geladeira. Fiquei ali admirando e sorrindo sozinho, quando me dei conta ele já estava sentado do meu lado e comendo um sanduíche, olhei e ri um pouco alto ele ruborizou e perguntou se eu queria um, apenas neguei com a cabeça e continuei rindo. ficamos ali por um tempo a mais conversando e então fomos para o quarto dele.
- Por favor não repara na minha bagunça, mas sabe como é né? meio difícil deixar tudo organizado- ele disse meio nervoso.
- Claro que eu vou reparar em tudo- eu disse apenas para provocar, e ele ficou um pouco tenso com isso.
- Seja o que Deus quiser- ele disse por fim e abriu a porta, olhei e o quarto estava impecável, fiquei muito surpreso mas claro que não ia demonstrar isso, e quando me virei para falar com Arthur era ele quem estava surpreso.
- Ué que aconteceu? esse não é o seu quarto?- eu perguntei
- Não é isso, e sim esse é o meu quarto só que eu não esperava que ele estivesse assim arrumado- ele assumiu- Deve ter sido a minha mãe, acho que ela arrumou tudo já que eu sai de manhã e só cheguei agora acho que ela teve bastante tempo para arrumar tudo isso aqui.- Ele disse meio que em dúvida.
- Que lindo sua mãe arrumou o seu quarto, pensa pelo lado bom, eu estou aqui e seu quarto arrumado, uma boa impressão não acha?- eu olhei para ele e sorri
- Claro que sim- ele disse e me puxou para perto dele pela cintura, me assustei e tentei sair de perto dele, mas ele me apertou ainda mais perto dele.
- Sua mãe pode aparecer ai a qualquer momento.- eu disse exasperado ele sorriu me deu um leve beijo nos lábios e me soltou.
- OK você tem razão, mas saiba que logo isso vai mudar me entendeu?- ele disse olhando fixamente em meus olhos, o que me fez tremer e ficar muito feliz. Apenas assenti e fui em direção a cama dele me jogando nela.
- Ei garotão, não vai tomar banho não?- Ele me perguntou achando graça do que eu fiz.
- Querer eu não queria não, mas fazer o que acho que preciso.- falei e me levantei.- Onde fica o banheiro e onde tem uma toalha pra eu me enxugar?
- vem eu te levo lá- ele disse me puxando pela mão,- pronto aqui é o banheiro e tem uma toalha aqui- ele disse se abaixando na pia e pegando uma para mim.- Agora gostaria de saber se você não quer ajuda no banho- ele disse isso rindo me fazendo ficar vermelho.
- Não, não preciso de ajuda, e acho que você deveria é tomar um banho gelado viu.- eu disse completamente ruborizado e fechando a porta atrás de mim.
tomei meu banho calmamente me enrolei na toalha e voltei para o quarto dele.
- Arthur por acabo você poderia me emprestar um short para eu dormir?- perguntei meio sem jeito.
- Claro que sim- ele se levantou da cama pegou um short e me deu, e saiu em direção ao banheiro, eu vesti o short, que claro ficou um pouco folgado em mim. e me deitei na cama, peguei meu celular e fiquei mexendo nele até ele voltar, o que não demorou muito.
- Rafa- ele me chamou e eu bloquei o celular e olhei para ele- Nossa não precisa largar o celular também- ele riu e continuou- eu só queria um beijo antes de dormir.
Olhei para ele e sorri, me aproximei mais dele na cama e o beijei, um beijo calmo e delicado.
- Assim eu vou ficar mal acostumado- ele disse pra mim sorrindo.
- Pode ficar mal acostumado então, seu bobo, mas agora vamos dormir.- eu disse dando mais um beijo nele. Após o beijo acabar me virei de costas para ele me cobri e fechei os olhos, por mais que estivesse com sono, a felicidade que eu tinha ali dentro do meu peito não iria me deixar dormir assim com tanta facilidade, fiquei ali sorrindo sozinho no escuro e lembrando dos momentos que estava tendo e mal podia acreditar que eram todos reais.
- Rafa ta acostado ainda?- ele me perguntou com uma voz baixa.
- To sim Arthur por que ?- perguntei sem me virar para ele.
- É que eu queria saber uma coisa- ele disse e antes que eu pudesse perguntar ele continuou- eu posso te abraçar?
Eu sorri mesmo sabendo que ele não poderia ver e respondi- Claro que pode- ele então passou o braço por mim, e eu o segurei, e assim acabei dormindo mais rápido do que achei possível.

(Continua...)

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